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Foz do Iguaçu,24/04/2026

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    Foz registra alta de 42,8% nos homicídios no 1º trimestre de 2026, aponta Sesp

    Cidade teve 20 mortes entre janeiro e março, contra 14 no mesmo período de 2025; maioria das vítimas são jovens e casos envolvem armas de fogo


    Foz registra alta de 42,8% nos homicídios no 1º trimestre de 2026, aponta Sesp

    Foz do Iguaçu começou 2026 com aumento nos homicídios. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Paraná, a cidade registrou 20 mortes entre janeiro e março, contra 14 no mesmo período do ano passado. O crescimento é de 42,8%.

    A maior parte das vítimas é formada por homens jovens, com idade entre 18 e 34 anos. Em muitos casos, os crimes são cometidos com arma de fogo e têm relação com vingança, acerto de contas ou situações ligadas ao tráfico de drogas.

    Apesar do aumento em Foz do Iguaçu, o cenário no Paraná foi de queda. O Estado registrou redução de aproximadamente 10% nos homicídios no mesmo período. Foram 303 mortes no primeiro trimestre de 2026, contra 334 em 2025.

    Outro dado que chama atenção é que a maioria dos municípios paranaenses não registrou homicídios no período. Em quase 70% das cidades não houve nenhuma ocorrência, e em dezenas delas foi registrado apenas um caso.

    “O trabalho das forças de segurança tem apresentado resultados positivos, mas seguimos investindo em tecnologia, estrutura e capacitação para reduzir ainda mais os índices”, afirmou o secretário de Segurança Pública, Saulo Sanson.

    Além dos homicídios, outro indicador preocupa em Foz do Iguaçu. O número de mortes em confrontos com policiais também aumentou nos últimos anos. Em 2025, foram 21 casos, um salto em relação a 2024, quando houve cinco registros. Em 2023, foram 12 ocorrências.

    Em 2026, os números já se aproximam de 10 casos apenas nos primeiros meses do ano, mantendo a tendência de crescimento.

    No ranking estadual, Foz aparece entre as cidades com maior número de mortes em confrontos. Curitiba lidera a lista, seguida por Londrina e São José dos Pinhais.

    Todos os casos passam por investigação do Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado, que analisa se houve legalidade nas ações policiais.




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