Um celular que caiu nas águas das Cataratas do Iguaçu foi suficiente para provocar uma cena que chamou a atenção de centenas de visitantes na manhã deste sábado (6), no Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu.
Um turista brasileiro foi flagrado descendo da passarela de acesso à Garganta do Diabo e se aproximando perigosamente das quedas d’água para recuperar o aparelho. A ação foi registrada por outros visitantes e rapidamente repercutiu nas redes sociais.
Nas imagens, o homem aparece se pendurando na estrutura de proteção da passarela antes de saltar para uma área restrita, às margens do rio Iguaçu. Em seguida, ele consegue localizar o celular e retorna à estrutura principal, sob o olhar de dezenas de pessoas que acompanhavam a movimentação.
De acordo com a administração do Parque Nacional do Iguaçu, a ocorrência mobilizou os bombeiros civis que atuam permanentemente no monitoramento das trilhas e da passarela. Assim que tomaram conhecimento da situação, os profissionais realizaram a intervenção, orientaram o visitante sobre os riscos da atitude e o acompanharam até o fim do passeio.
Após o atendimento, o turista foi retirado da unidade de conservação.
Em nota, a administração reforçou que é expressamente proibido ultrapassar barreiras de proteção, subir, sentar ou se apoiar nos guarda-corpos das passarelas, independentemente do motivo. A medida existe para evitar acidentes em uma das áreas mais perigosas e visitadas do parque.
O Parque Nacional também destacou que, em casos de objetos perdidos no rio ou em áreas de difícil acesso, a orientação é acionar as equipes de emergência. A recuperação de itens somente é realizada após avaliação técnica das condições de segurança e pode envolver bombeiros, equipes de vigilância e apoio da Polícia Militar.
Segundo a administração, as orientações de segurança são repassadas aos visitantes durante todo o percurso, além de estarem sinalizadas em diversos pontos do atrativo.
Apesar de ter recuperado o celular, a atitude do turista colocou a própria vida em risco e gerou preocupação entre visitantes e profissionais que atuam diariamente na proteção da área.






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